Conheça os Pré-candidatos a presidência em 2018.
ÁLVARO DIAS (PODEMOS)
Nascido em 07/12/1944, historiador, pré-candidato a
Presidente Com quase
meio século de vida pública, o senador paranaense Álvaro Dias (Podemos) tenta
pela segunda vez se viabilizar como candidato a presidente. Na primeira, em
1989, foi pré-candidato pelo PMDB e acabou preterido por Ulysses Guimarães.
Antes de chegar ao Senado, foi deputado estadual, federal e governador do Paraná
(1987-1991). Após passar por seis diferentes legendas (PMDB, PST, PP, PSDB, PDT
e PV), participou em 2017 da criação do Podemos, partido que nasce da
renomeação do PTN, de 1945. Álvaro ganhou fama como um dos mais ferrenhos
opositores às gestões Lula e Dilma Rousseff e pela atuação como líder do PSDB e
da oposição. Teve destaque durante a CPI dos Correios, que investigou o
mensalão, e a CPI do Futebol. Um dos motivos para deixar o PSDB foi o
descontentamento com a impossibilidade de realização de prévias internas para a
escolha de candidatos a presidente pela sigla. Tem se dedicado a atrair
personalidades de peso, com os ex-jogadores Romário, que também é senador pelo
Rio de Janeiro, e Bebeto.
CIRO GOMES (PDT)
Ciro Ferreira Gomes é um político
que nasceu numa família de pessoas envolvida na política. O seu pai José
Euclides Ferreira Gomes foi prefeito do município de Sobral no Ceará por
três vezes e seu tio Vicente Antenor Ferreira Gomes, irmão de seu pai, foi
prefeito e deputado estadual.
Ciro Gomes nasceu em São Paulo na cidade de Pindamonhangaba no dia 06 de novembro de 1957 filho do casal José Euclides Ferreira Gomes e dona Maria José. Ciro Gomes teve quatro irmãos sendo dois deles políticos como Cid Gomes que foi governador do Ceará duas vezes e Ivo Gomes, prefeito de Sobral. A carreira política na família de Ciro Gomes é algo enraizado. O mesmo fez Faculdade de Direito na Universidade Federal do Ceará e desde muito novo dedica-se a causas políticas, sendo, inclusive, candidato à presidência da UNE.
No início dos anos 80 esteve envolvido com o ARENA (Aliança Renovadora Nacional) e depois se transformou em Partido Democrático Social (PDS). Em 1982 filia-se ao respectivo partido e se candidata a deputado estadual, conseguindo se eleger e reeleger em 1986 já pelo PMDB.
Ciro Gomes nasceu em São Paulo na cidade de Pindamonhangaba no dia 06 de novembro de 1957 filho do casal José Euclides Ferreira Gomes e dona Maria José. Ciro Gomes teve quatro irmãos sendo dois deles políticos como Cid Gomes que foi governador do Ceará duas vezes e Ivo Gomes, prefeito de Sobral. A carreira política na família de Ciro Gomes é algo enraizado. O mesmo fez Faculdade de Direito na Universidade Federal do Ceará e desde muito novo dedica-se a causas políticas, sendo, inclusive, candidato à presidência da UNE.
No início dos anos 80 esteve envolvido com o ARENA (Aliança Renovadora Nacional) e depois se transformou em Partido Democrático Social (PDS). Em 1982 filia-se ao respectivo partido e se candidata a deputado estadual, conseguindo se eleger e reeleger em 1986 já pelo PMDB.
Em 1990 Ciro Gomes se candidatou
ao governo do Estado do Ceará e venceu às respetivas eleições, sendo o primeiro
governador eleito pelo PSDB. Pelo PPS Ciro Gomes disputou as
eleições presidenciais em 1996 alcançando 7. 426,190 de votos e
ficando em terceiro lugar na corrida presidencial. Já em 2002 embora tenha
conseguido mais votos que em 1996 Ciro Gomes ficou em quarto lugar ao disputar
novamente às eleições presidenciais pelo mesmo partido. Quando Lula se elegeu
foi convidado por ele para ser Ministro da Integração e acabou aceitando o
cargo, mas abandonou em 2006 para sair candidato a deputado Federal.
Ciro Gomes, então, se elegeu deputado federal, sendo um dos mais bem votados do país, pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB). Em 2010 não participou do pleito, mas apoiou Dilma no segundo turno. Tem declarado ser candidato a Presidência da República, caso haja um interesse de partidos como o PT.
Ciro Gomes, então, se elegeu deputado federal, sendo um dos mais bem votados do país, pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB). Em 2010 não participou do pleito, mas apoiou Dilma no segundo turno. Tem declarado ser candidato a Presidência da República, caso haja um interesse de partidos como o PT.
Fernando Affonso Collor de Mello
(Rio de Janeiro, 12 de agosto de 1949), mais conhecido como Fernando Collor, é
um político brasileiro. Foi o 32º Presidente do Brasil, de 1990 até renunciar
em 1992. Filiado ao PTC, é Senador por Alagoas. Preside a Comissão de Relações
Exteriores do Senado.
Foi prefeito de Maceió de 1979 a
1982, deputado federal de 1982 a 1986, governador de Alagoas de 1987 a 1989 e o
32º presidente do Brasil, de 1990 a 1992. Renunciou à presidência da República
em 29 de dezembro de 1992, horas antes de ser condenado pelo Senado por crime
de responsabilidade, perdendo os direitos políticos por oito anos.
Posteriormente, voltou às disputas eleitorais e, desde 2007, é senador por
Alagoas.
O senador anunciou no dia 19 de
janeiro de 2018 que irá concorrer à Presidência da República neste mesmo
ano, buscando sua segunda eleição, ambas pelo voto direto.
GERALDO ALCKMIN (PSDB)
Geraldo José Rodrigues Alckmin Filho
(Pindamonhangaba, 7 de novembro de 1952) é um médico, professor universitário e
político brasileiro, filiado ao Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB)
e atual Governador do Estado de São Paulo, cargo que ocupa pela quarta vez. É
casado com Lu Alckmin, com quem teve três filhos: Sophia Alckmin, Geraldo e
Thomaz Alckmin, este último falecido.
Formado em medicina pela Universidade
de Taubaté, iniciou sua carreira política em Pindamonhangaba, onde foi eleito
vereador, presidente da Câmara dos Vereadores e prefeito. Depois, foi eleito
para a Assembleia Legislativa nas eleições de 1982 e para deputado federal em
1986 e 1990. Em 1988, foi um dos fundadores do PSDB.[6] Entre 1991 a 1994,
presidiu o PSDB-SP. Em 1994, elegeu-se vice-governador de Mário Covas.[8] Em
2000, concorreu à prefeitura de São Paulo, sendo derrotado no primeiro turno.
Com a morte de Covas, em março de 2001, assumiu o governo e se reelegeu em
2002.
Em março de 2006, renunciou ao
governo paulista para concorrer à presidência na eleição do mesmo ano. Obteve
39,17% dos votos no segundo turno, sendo derrotado pelo então presidente Luiz
Inácio Lula da Silva. Em 2008, candidata-se a prefeitura de São Paulo, sendo
novamente derrotado no primeiro turno. Em 2009, foi nomeado secretário de
desenvolvimento do estado de São Paulo pelo governador José Serra.
Foi eleito governador no primeiro
turno da eleição de 2010, retornando ao Palácio dos Bandeirantes em janeiro de
2011. Em 2014, reelegeu-se governador no primeiro turno. Com um mandato
previsto para encerrar em janeiro de 2019, Alckmin é o político que mais tempo
comandou o governo de São Paulo desde a redemocratização do Brasil.
GUILHERME BOULOS (PSOL)
Guilherme Boulos é filho de
Marcos Boulos, professor de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). Ele se
formou em filosofia pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da
Universidade de São Paulo (FFLCH-USP), onde ingressou em 2000, também é
psicanalista e leciona psicanálise.
Na juventude e nos anos de formação
engajou-se no movimento estudantil. Ingressou no Movimento dos Trabalhadores
Sem Teto (MTST) em 2002.
Ficou conhecido em 2003 quando
participou da coordenação da ocupação de um terreno da Volkswagen, em São Bernardo
do Campo. Voltou a aparecer na imprensa em 2014, na esteira das mobilizações
sociais em torno da Copa do Mundo, em especial a Ocupação Copa do Povo,
realizada pelo MTST no início de maio. Em junho do mesmo ano, tornou-se
colunista semanal do site do jornal Folha de S.Paulo, onde ficou até março de
2017.
Em fevereiro de 2015, passou a
integrar, junto com o deputado federal Jean Wyllys e a jornalista Laura
Capriglione, o programa de debates Havana Connection, criado e mediado pelo
jornalista Leonardo Sakamoto, no portal UOL.
Em março de 2018 ingressou no
Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) como pré-candidato à Presidência da
República. Houve polêmicas quanto a sua candidatura, especialmente devido ao
fato da ausência de debate entre os candidatos e a um vídeo gravado por Lula, o
qual diz que "seria a última pessoa do mundo a pedir para que Boulos não
seja candidato".
JAIR BOLSONARO (PSL)
Jair Messias Bolsonaro (Campinas,
21 de março de 1955) é um militar da reserva e político brasileiro. Cumpre
atualmente o seu sétimo mandato na Câmara dos Deputados do Brasil, eleito pelo
Partido Progressista (PP). Nas eleições gerais de 2014, foi o deputado federal
mais votado do estado do Rio de Janeiro com apoio de 6% do eleitorado
fluminense (464 mil votos). Em 2017, foi considerado pelo instituto FSB
Pesquisa o parlamentar mais influente nas redes sociais. Em janeiro de 2018,
anunciou sua filiação ao Partido Social Liberal (PSL), o nono partido político
de sua carreira.
Além dele, seu irmão Renato
Bolsonaro e três filhos seus também são políticos: Carlos Bolsonaro (vereador
do Rio de Janeiro pelo PP), Flávio Bolsonaro (deputado estadual do RJ pelo PSC)
e Eduardo Bolsonaro (deputado federal de São Paulo também pelo PSC).
Tornou-se conhecido nacionalmente
por suas posições nacionalistas e conservadoras, pelo apoio à ditadura militar
(1964-1985) e por críticas à esquerda, por ter considerado a tortura uma
prática legítima, por posições contrárias aos direitos LGBT e por várias outras
declarações controversas, as quais lhe renderam cerca de 30 pedidos de cassação
e três condenações judiciais desde que foi eleito deputado em 1989. Suas
posições políticas geralmente são classificadas como alinhadas aos discursos da
extrema-direita.
JOÃO AMOÊNDO (NOVO)
João Dionisio Filgueira Barreto
Amoêdo mais conhecido como João Amoêdo (Rio de Janeiro, 22 de outubro de 1962) é
um engenheiro, administrador de empresas, economista, ativista político e
palestrante brasileiro. É um dos fundadores do Partido Novo (NOVO), partido que
presidiu até julho de 2017.
João Dionisio Filgueira Barreto
Amoêdo nasceu em 22 de outubro de 1962 no Rio de Janeiro, filho do médico
radiologista paraense Armando Rocha Amoêdo e da administradora de empresas,
Maria Elisa Filgueira Barreto, do Rio Grande do Norte. Em 1987, João Amoêdo
casou-se com Rosa Helena Nasser Amoêdo. Natural de Campo Grande, Mato Grosso do
Sul, tendo o casal 3 filhas. João sempre se dedicou aos esportes. Já completou
6 ironmans (prova de triátlon no qual o participante deve nadar 3,8km, pedalar
180 km e depois correr 42km) e mais de 10 maratonas. Em 2010, após um ano de
tratamento de um Linfoma, conseguiu se recuperar e voltar à sua rotina,
inclusive de esportes.
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA (PT)
Luiz Inácio Lula da Silva nascido
em Caetés PE, 27 de outubro de 1945, nascido Luiz Inácio da Silva e mais
conhecido como Lula, é um político, ex-sindicalista e ex-metalúrgico
brasileiro. Filiado ao Partido dos Trabalhadores, foi o 35.º presidente do
Brasil, entre 2003 e 2010.
É conhecido como Lula, forma
hipocorística de "Luís". Ganhou esta alcunha nos tempos em que era
representante sindical. Posteriormente, este apelido foi oficialmente
adicionado ao seu nome legal para poder representá-lo eleitoralmente. É fundador
e presidente de honra do Partido dos Trabalhadores (PT), no qual precisou lidar
por anos com radicais que foram contra sua mudança de estratégia econômica após
três derrotas em eleições presidenciais. Em 1990, foi um dos fundadores e
organizadores, junto com Fidel Castro, do Foro de São Paulo, que congrega parte
dos movimentos políticos de esquerda da América Latina e do Caribe.
Com carreira política feita no
estado de São Paulo, foi o único presidente do Brasil nascido em Pernambuco.
Lula bateu um recorde histórico de popularidade durante seu mandato, conforme
medido pelo Datafolha. Programas sociais como o Bolsa Família e Fome Zero são
marcas de seu governo, ambos reconhecidos pela Organização das Nações Unidas
como os programas que possibilitaram a saída do país do mapa da fome. Lula teve
um papel de destaque na evolução recente das relações internacionais, incluindo
o programa nuclear do Irã e a questão do aquecimento global. Na economia,
durante seu governo o Brasil alcançou o grau de investimento, pela agência de
classificação de risco Standard & Poor's.
Em 16 de março de 2016, pouco
mais de cinco anos depois de ter deixado a presidência da República, foi
nomeado ministro-chefe da Casa Civil, no segundo mandato de sua sucessora Dilma
Rousseff. A nomeação foi criticada por juristas e pela imprensa, com base em
gravações de ligações telefônicas de Lula, por ter, supostamente, o objetivo de
evitar o impeachment contra a presidente, como também de obter foro
privilegiado, dada a investigação da Operação Lava Jato. Lula é réu em sete
ações penais, ao menos três das quais pela operação Lava Jato, um pela Operação
Janus e um pela Operação Zelotes. Em 12 de julho de 2017, foi condenado em
primeira instância a nove anos e seis meses de prisão pelo juiz Sérgio Moro.
Foi a primeira vez na história do Brasil que um ex-presidente foi condenado
criminalmente. No dia 24 de janeiro de 2018, Lula foi condenado em segunda
instância pelo Tribunal Regional Federal da 4.ª Região em uma decisão unânime,
estendendo sua pena para 12 anos e 1 mês em regime inicialmente fechado, com o
direito de recorrer em liberdade.
MANUELA D'AVILA (PCdoB)
Manuela Pinto Vieira d'Ávila
(Porto Alegre, 18 de agosto de 1981) é uma jornalista e política brasileira,
filiada ao Partido Comunista do Brasil (PCdoB). Foi deputada federal pelo Rio
Grande do Sul entre 2007 a 2015 e líder de seu partido na Câmara dos Deputados,
em 2013. Exerce atualmente o mandato de deputada estadual em seu estado.
Natural de Porto Alegre, começou
sua carreira política no movimento estudantil e depois ingressou na política
partidária. Foi a vereadora mais jovem da história de Porto Alegre, eleita em
2004. Foi eleita deputada federal em 2006 e reeleita em 2010, alcançando
recordes de votação.
Concorreu à prefeitura da capital gaúcha duas
vezes. Na primeira vez, em 2008, ficou na terceira colocação. Na segunda
tentativa, em 2012, ficou na segunda colocação, sendo derrotada ainda no
primeiro turno por José Fortunati. Em 2014, foi eleita deputada estadual com a
maior votação para o cargo naquele ano. Em 2017, foi indicada por seu partido
como pré-candidata à Presidência para a eleição de 2018.
MARINA SILVA (REDE)
Maria Osmarina Marina Silva Vaz
de Lima, nascida Maria Osmarina da Silva (Rio Branco, 8 de fevereiro de 1958) é
uma historiadora, professora, psicopedagoga, ambientalista, e política
brasileira filiada à Rede Sustentabilidade.
Iniciou sua carreira política em
1984 como vice-coordenadora da Central Única dos Trabalhadores no Acre.
No ano
seguinte, filiou-se ao Partido dos Trabalhadores (PT). Foi eleita pela primeira
vez a um cargo público nas eleições de 1988, quando foi a vereadora mais votada
de Rio Branco. Nas eleições de 1990, foi eleita deputada estadual, novamente
com a mais expressiva votação. Nas eleições gerais de 1994, foi eleita
senadora, aos 36 anos, tendo sido reeleita no pleito de 2002. Nomeada Ministra
do Meio Ambiente no governo de Luiz Inácio Lula da Silva em 1 de janeiro de
2003, ficou no cargo até 13 de maio de 2008.
Foi candidata à Presidência da República em 2010
pelo Partido Verde (PV), obtendo a terceira colocação no primeiro turno, com
mais de 19 milhões dos votos (19,33% da porcentagem total). Voltou a ser
candidata em 2014 pelo PSB, ficando novamente em terceira colocada com mais de
22 milhões de votos. Agora na REDE sustentabilidade, Marina anunciou mais uma
vez sua pré-candidatura.
RODRIGO MAIA (DEM)
Rodrigo Felinto Ibarra Epitácio
Maia (Santiago, 12 de junho de 1970) é um político brasileiro, nascido no
Chile, porém com nacionalidade brasileira, filiado ao Democratas (DEM). É
atualmente o presidente da Câmara dos Deputados, reeleito para o biênio 2017 –
2019. Com o impeachment da presidente Dilma Rousseff, e com a posse de Michel
Temer como presidente da República, Rodrigo Maia tornou-se o primeiro na linha
de sucessão à presidência da República. Está em seu quinto mandato como
deputado federal.
Iniciou a faculdade de economia
na Universidade Cândido Mendes, mas não concluiu o curso. Em 2005 casou-se com
Patrícia Vasconcelos. É casado, pai de
quatro filhos (três meninas e um menino) e filho de Cesar Maia, ex-prefeito do
Rio de Janeiro. Já como presidente da câmara dos deputados, em entrevista, Maia
declarou-se contrário à legalização do comércio da maconha e ao casamento entre
pessoas do mesmo sexo. Pontuou, contudo, que estas pautas ficariam em segundo
plano no seu breve mandato, no sentido de priorizar a agenda econômica do
governo federal.







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