Vejam
Batizada de Operação Capitu, um desdobramento da Lava Jato, a ação acontece em cinco Estados brasileiros — Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraíba e Mato Grosso — e no Distrito Federal. As autoridades cumprem 62 mandados de busca e apreensão e 19 de prisão temporária, totalizando 81. Entre os presos, o empresário e dono da JBS, Joesley Batista . A Operação investiga suposto envio de dinheiro ilegal a políticos e paritidos. As investigações apontam também um esquema de pagamento de propina a altos dirigentes do Ministério da Agricultura e Pecuária, que receberiam o dinheiro em troca de regras e atos normativos benéficos à grande empresa do ramo frigorífico. Os valores passam de R$ 22 milhões
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| WILLIAN MOREIRA/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO - 9.11.2018 |
As investigações tem por base a delação de Lúcio Funaro, considerado o operador do MDB. Segundo a PF, as propinas eram negociadas, geralmente, com um deputado federal e entregues aos agentes políticos e servidores do Ministério da Agricultura por Funaro. Alguns dos temas aprovados com base na propina estariam a regulamentação da exportação de despojos (R$ 2 milhões de propina), a proibição do uso da ivermectina de longa duração (R$ 5 milhões) e a federalização das inspeções de frigoríficos
Chegada de Demilton Antonio de Castro ex-diretor financeiro da J&Fna PF, Polícia Federal. A Operação Capitu contou com o apoio da Receita Federal, e foi deflagrada na manhã desta sexta-feira (09). Castro é um dos alvos dos 19 mandados de prisão temporária, que incluem também o vice-governador de Minas Gerais Antônio Andrade (MDB)
Joesley Batista chega à carceragem da Polícia Federal em São Paulo. O empresário e dono da JBS, seu irmão Wesley Batista, e o executivo Ricardo Saud fecharam acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal no ano passado, no qual se comprometiam a prestar esclarecimentos à Justiça sobre pagamentos indevidos a políticos. Joesley já havia sido preso no ano passado. Por meio de nota, a defesa diz que que a prisão de seu cliente foi recebida com “estranheza”, uma vez que o empresário é colaborador da Justiça, função que estaria sendo cumprida “à risca”
Um dos investigados chega ao IML (Instituto Médico Legal) para fazer exame de delito e seguiu para sede da Polícia Federal, no bairro da Lapa, na zona oeste da capital. A ação se destina a desarticular uma organização criminosa que atuava na Câmara dos Deputados e no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). A ação da PF contou com apoio da Receita Federal
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| Newton Menezes/Futura Press/Folhapress - 9.11.2018 |
Antônio Andrade vice-governador de Minas Gerais (MDB), foi ministro da Agricultura no governo Dilma Rousseff (2013 a 2014) e presidente do MDB de Minas Gerais por duas vezes. Exerceu mandatos de deputado estadual e deputado federal e foi em 2001 e 2002 líder do governo Itamar Franco na Assembleia. Ele também é produtor rural. Andrade é investigado por suposta fraude envolvendo doações irregulares por uma empresa de processamento de proteína animal para políticos e partidos
Agente da PF carrega malote com documentos da Operação Capitu. Investigações apontam que o dinheiro seria repassado por uma rede varejista aos parlamentares e partidos, por meio de simulação de recebimento de duplicatas pela grande empresa de processamento de proteína animal e pela transferência financeira a seis escritórios de advocacia por serviços, supostamente não realizados, acobertados por contratos simulados e notas fiscais de escritórios de advocacia
O ex-executivo da J&F, Ricardo Saud, deixa o Instituto Médico Legal (IML) Central de São Paulo, na manhã desta sexta-feira (9), após realização de exame de corpo de delito. Ele foi preso durante a Operação Capitu, um desdobramento da Lava Jato
Informações: Portal R7
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